Antonio
Poteiro
Antônio Batista de Souza nasceu em Santa Cristina De Pousa,
Província do Minho / Portugal, em 10 de outubro de 1925(Quem
gosta do mês de Outubro é... LINDO!). Foi escultor, pintor e ceramista. Filho do
ceramista português Américo Batista de Souza, Poteiro é autodidata. Chegou no
Brasil ainda criança. Morou em São Paulo, Minas Gerais e radicou-se em Goiânia(Prodígio esse cara hein...).
Ganhou a vida com a fabricação de cerâmica utilitária (de onde
surgiu seu sobrenome “artístico” Poteiro amooo muitooo esse nome),
fazendo máscaras e bonecos (estimulado por seu professor Antonio de Melo) e
orientado pela pintora e folclorista Regina Lacerda, começou a assinar suas
obras(que bom né!?).
Depois de algum tempo, seus potes adquiriram
condições de autênticas esculturas em cerâmica. Da simplicidade de meros
recipientes caseiros, seus trabalhos transformaram-se em objetos complexos e
ornamentados, mostrando uma fantástica imaginação(sua
imaginação não era fantástica...ela É fantástica!) e excelente domínio da técnica.
Incentivado por Siron Franco e Cléber
Govênia começou a pintar e transportou os elementos usados em suas peças de
cerâmica para a tela.
Por ter participado de um grande número de exposições internacionais, é um dos mais conhecidos e apreciados artistas brasileiros no exterior(e muito admirado por...MIM!).
Vem realizando, desde 1976, exposições individuais e coletivas por todo o Brasil e por inúmeros países.
Leitor assíduo das Sagradas Escrituras e da História em geral, Poteiro é um verdadeiro criador de mundos e sonhos.
Por ter participado de um grande número de exposições internacionais, é um dos mais conhecidos e apreciados artistas brasileiros no exterior(e muito admirado por...MIM!).
Vem realizando, desde 1976, exposições individuais e coletivas por todo o Brasil e por inúmeros países.
Leitor assíduo das Sagradas Escrituras e da História em geral, Poteiro é um verdadeiro criador de mundos e sonhos.
Morreu em 2010 depois de
uma vida bem sucedida como artista(mas nunca se
esqueçam que Antonio morreu,mas a lindas coisas que fez não).
-Ana Luísa
Soares